quarta-feira, 26 de outubro de 2011

AGRADECIMENTO AOS DOCENTES E DISCENTES DO CCSA

A todos aqueles que acreditaram em nossa proposta de trabalho e compromisso público para com o CCSA muito obrigada!
Conseguimos construir uma unidade para a próxima gestão (2012-2015): Cascá e Piacenti para a Reitoria; Zé Dilson para o Campus e Vera para o CCSA.
AGORA VAMOS JUNTOS CONSTRUIR A UNIVERSIDADE QUE QUEREMOS E DEFENDEMOS PORQUE...

"O mesmo pé que dança um samba
Se preciso vai à luta"!
Festejemos o retorno da Democracia!


-CARTA ABERTA-

POR QUE VAMOS VOTAR NA PROFESSORA
VERA PARA SER A DIRETORA DO CENTRO DE CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS – 2012-2015-

A área de Serviço Social, por meio de um docente eleito é o responsável em administrar o Centro de Ciências Sociais Aplicadas – CCSA - no período 2012-2015.  Este desafio é motivo de orgulho, de alegria, de responsabilidade, de compromisso público e profissional com todos os professores, estudantes e agentes universitários que estão vinculados a este Centro.
O Colegiado de Curso de Serviço Social é referência para a UNIOESTE. Sempre esteve nas atividades que ajudaram a construir a Universidade que temos, mas nem sempre a que queremos. Ao longo desta história de fazer a Universidade, docentes do Curso de Serviço Social nunca se eximiram de criticar, agir e elaborar propostas, mesmo quando muitos dos dirigentes desrespeitaram, abusaram da nossa confiança e, do projeto que nos move: Defesa incondicional da efetivação da Unioeste com caráter público, laico, de qualidade, presencial referencialmente representada e Democrática.
Nesta oportunidade, agradecemos os docentes dos Cursos de Ciências Econômicas e Secretariado Executivo que reafirmam a importância de manter o compromisso como processo de alternância de poder, assumido historicamente com vistas a garantir que a gestão do CCSA seja realizada, a cada quatro anos, por um representante de cada Curso que integra o Centro.  Uma experiência que vem colhendo frutos diariamente, cujos maiores exemplos são: a criação do Mestrado e do Doutorado em Desenvolvimento Regional e Agronegócios e a Construção do Prédio que acolhe nossas demandas de Graduação e Pós-Graduação, nas dimensões do ensino, pesquisa, extensão e da administração.
Democraticamente, em reunião pública e votação aberta, escolhemos por meio dos votos dos presentes, a favor da democracia, a professora Vera Lúcia Martins para ser a nossa Diretora do CCSA -2012-2015. Apenas o outro candidato, presente nesta data, não aceitou a vontade da maioria absoluta.
Dia 25 de outubro iremos votar na professora Vera Lúcia Martins para a Direção do CCSA. Mulher de fibra, experiente na administração pública, capacitada teoricamente e que, mais do que tudo, sempre respeitou as decisões coletivas que envolveram matérias relacionadas ao Curso de Serviço Social e ao CCSA.
Participou com qualidade nos órgãos deliberativos da UNIOESTE, contribuindo decisivamente em questões cêntricas que envolveram/envolvem nossa Instituição. Seu compromisso superou as questões imediatas relativas ao ensino, da pesquisa e da extensão e, com capacidade administrativa foi a pioneira em realizar os encaminhamentos técnicos, políticos, administrativos para a Construção do atual Prédio do CCSA.
Na vida política interna, teve participação efetiva no SINTEOESTE, entidade que representam docentes e técnicos administrativos da UNIOESTE no campo dos Direitos, enfrentando a política recessiva e repressiva no Governo de Estado em 2002. Movimento que teve duração de seis meses.
Vera Lúcia está apoiando a Chapa Humanização: A Democracia pede passagem que concorre aos cargos de Reitor e Vice, sendo que o Vice, Carlos Alberto Piacenti é professor do nosso Centro, do curso de Ciências Econômicas. Vera apóia para Direção de Campus o professor José Dilson e para os Centros de Humanas e Exatas dá apoio para o professor Rosalvo e Fernando Palú respectivamente.
Dia 25 de outubro é dia D, dia da Democracia. Vamos votar na Professora Vera Lúcia Martins para ser a nossa Diretora do CCSA.
ASSINAM ESTA CARTA,
PROFESSORES DO CURSO DE SERVIÇO SOCIAL.
Alfredo Aparecido Batista.
Carmen Pardo Salata.
Amália Madureira Paschoal
Cristiane Carla Konno.
Cleonilda Sabaini Thomazini Dallago
Diuslene Rodrigues Fabris.
Esther Luíza de Souza Lemos.
Eugênia Aparecida Cesconeto
India Nara Smaha
Ineiva Terezinha Kreutz Louzada.
Luciana Vargas Netto Oliveira
Marize Rauber Engelbrecht.
Rosana Mirales.

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

"O VENENO DO ÓLEO DE GIRASSOL NAS PLANTAÇÕES DA PROVÍCIA DO FEUDO OESTE"


Trabalhadores, Nobres e Plebeus, amanheceram com problemas seríssimos de dores de cabeça. Uma condição infernal para toda a comunidade. Mulheres e homens não sabiam qual o motivo do ocorrido. Eis que um mensageiro, retornando da consulta médica afirmou: todas as trabalhadoras (es) que fizeram uso, em suas alimentações diárias, de óleo de Girassol, devem urgentemente medicar-se, pois podem ter complicações diversificadas em seus organismos: o intestino pode ficar zangado, o estômago reagir à ingestão de comidas ácidas, os olhos sofrerem profundas irritações.

Mas o pior dos sintomas é na mente. Quem ingeriu este óleo pode contaminar a sua mente, os raciocínios lógicos podem ser afetados e, em pouco tempo, a contaminação deixa os pacientes impossibilitados para pensar o que é o bem, quais as mediações a fazer para alcançarmos a felicidade.

Não tardou para que uma trabalhadora, pesquisadora, em conjunto com sua equipe, desvendasse o mistério e, publicamente, anunciasse o verdadeiro antídoto para eliminar o mal físico e mental que atormentava a todas (os): uma dose ética e teórico e prática de DEMOCRACIA de 70 Mg, ingerida todos os dias no período da manhã. A pesquisadora esclareceu: o Antídoto para o veneno do óleo de Girassol é composto de bibliografias sólidas, clássicas e contemporâneas, recheada de bom humor, pitadas de ironia, de criatividade, espírito coletivo, rigor científico e filosófico.

Cuidado! O Departamento da Saúde do FEUDO OESTE ao tomar conhecimento do perigo presente na Província, adverte: Nobres e Plebeus estão impedidos de ingerir bibliografias genéricas. Estas podem causar reações profundas no corpo e na mente, não mata, mas atordoa, deixa sequelas e, dependendo do lugar que ela ocupa da área de Formação Educacional no Feudo, deixa danos irreparáveis, podendo transformar-se, rapidamente, em epidemia. Não se pode correr este risco!

Assim, panfletos, cartilhas, e manuais são perigosos, pois inibem e mistificam o conteúdo do antídoto. Estes, são enganadores, têm rótulo atraente, materiais formulados por meio de técnicas de “última geração”. Para agradar os desavisados, utilizam de frases adocicadas, anunciando que, durante o processo de elaboração, respeita o meio ambiente, a beleza do Girassol.

Caríssimas (os) trabalhadoras (es) e acadêmicos da Casa de Formação Educacional do FEUDO OESTE, pertencentes à Província localizada entre a Província onde nasceu Rei Frederico II, o mal Coroado e a Província onde a cobra é referência simbólica.

Neste período eleitoral, cuidado com as promessas individuais, como as do candidato que é candidato de si mesmo, aquele que foge das discussões e dos encaminhamentos Democráticos, que tem ojeriza a práticas coletivas.

Neste momento histórico eleitoral, apóia e vai votar no Príncipe HADES, filho legítimo do Rei Frederico II, o mal Coroado para comandar o FEUDO OESTE. O candidato de si mesmo está de corpo e alma abraçado com HADES, o Príncipe Cuquinha, o Arquiteto da Intervenção. Juntos possuem ótimas propostas para privatizar o Centro de Formação Educacional da Província.

Vamos votar no verdadeiro conteúdo para que seu antídoto possa inibir o mal que pode fazer o veneno do óleo de Girassol para Nobres e Plebeus que trabalham e estudam na Província. Vamos votar na DEMOCRACIA.

Lembre-se: A bandeira branca pede passagem!  Até breve.

Alfredo Batista – Professor da Unioeste – Campus de Toledo

sábado, 22 de outubro de 2011

Resposta à “Carta aberta aos docentes e discentes do Centro de Ciências Sociais Aplicadas de Toledo – eleição para Direção de Centro – 2011”

Venho por meio desta esclarecer os fatos ocorridos na reunião do dia 14 de setembro de 2011, relatados pelo prof. Edson Marques Oliveira que, no exercício de sua liberdade individual, optou por também candidatar-se ao cargo de Diretor do CCSA. Em documento posteriormente datado em 15 de setembro (por ele enviado ao e-mail pessoal da comunidade acadêmica do Centro), denominado “Carta aberta aos docentes e discentes do Centro de Ciências Sociais Aplicadas de Toledo – eleição para Direção de Centro – 2011”, o mesmo expõe o conteúdo tratado na referida reunião, de forma a apresentar sua interpretação dos fatos como sendo a verdade dos fatos. Apresentando sua interpretação dos fatos como sendo os fatos em si e apresentando-se como candidato para, como afirma em seu texto, “que não seja só de minha vontade pessoal mas que possa ter adesão e consentimento de outros membros do CCSA”.
Como meu nome foi expresso e minha fala foi citada no documento como sendo uma das falas que sintetizam o processo de indicação da área de Serviço Social, venho a público manifestar tanto o real conteúdo apresentado por mim quanto minhas considerações sobre o processo em curso.
O Centro de Ciências Sociais Aplicadas – CCSA, composto pelos cursos de Ciências Econômicas (1980), Secretariado Executivo (1987) e Serviço Social (1987), a partir do pleito para gestão 2004 – 2007, diante da nova estrutura da universidade e dos desafios postos à sua gestão, politicamente entendeu que a indicação dos candidatos ao cargo, a cada gestão, deveria ser de área diferente, estabelecendo-se uma forma de rodízio na gestão entre as diferentes áreas que compõem o CCSA.
Esta tem sido uma estratégia que de forma alguma se tornou um “acordão”. Muito pelo contrário, colocou um critério razoável, omisso nos regulamentos da universidade, contemplando a especificidade das diferentes áreas com seu acúmulo de conhecimentos, não sobrecarregando apenas uma área com a dispensa de “carga horária não disponível” (para administração) e permitindo o desenvolvimento do CCSA com unidade política e pluralismo na sua grande área de conhecimento.
Assim se procedeu na consulta que elegeu o prof. Pery Shikida do curso de Ciências Econômicas na gestão 2004/2007 e a profa. Ivanete Daga Cielo do curso de Secretariado Executivo na gestão 2008/2011. A construção desta unidade política tem sido o diferencial do trabalho coletivo realizado no CCSA, com apoio do Curso de Serviço Social nestas duas gestões, no contexto do Campus de Toledo, na UNIOESTE.
Para a gestão 2012/2015, coube ao Serviço Social indicar a(o) candidata(o) à Direção do CCSA. O tema da Consulta à comunidade acadêmica para eleições de Reitor, Vice-reitor, Direção Geral do Campus e Direção de Centro, definido na Resolução nº 064/2011 – COU, de 25 de agosto de 2011, foi informado ao Colegiado do Curso.  A Resolução define que qualquer docente do Centro, com titulação mínima de graduação e RT 40 com dedicação exclusiva, que não esteja em Estágio Probatório nem tenha impedimento legal, pode candidatar-se ao Cargo de Diretor(a) de Centro. Conforme a Resolução citada, artigo 2º, parágrafo 3º, “na consulta para escolha da Direção de Centro participam apenas os docentes e discentes do respectivo centro”.
Cientes da construção da unidade política do CCSA, considerando as normas internas que orientam o processo eleitoral, a reunião para tratar deste tema no Curso de Serviço Social ocorreu dia 14 de setembro, quarta-feira, das 14h00 às 17h00. O convite para apreciar o tema foi realizado em data separada das reuniões do Colegiado, para todos os professores do curso e para a representação dos estudantes, contando com a presença de 9 professores (ausência justificada de outros) e 7 estudantes.
Nesta reunião, para a consulta e posterior eleição ao cargo de Diretor(a) do Centro apresentaram-se como candidatos a profa. Vera Lúcia Martins e o prof. Edson Marques Oliveira. Ambos expuseram as razões que os motivava e submeteram ao grupo a apreciação de seus nomes.
Para contribuir no processo, durante a reunião, redigi sete aspectos que considerava relevantes para o perfil de quem fosse ocupar a Direção do CCSA, independentemente da área específica, e expus ao grupo. Considero fundamental comparar o que foi dito por mim e o que foi expresso pelo prof. Edson no texto encaminhado à comunidade acadêmica do CCSA para evidenciar a intencionalidade posta. Considero que o mesmo não foi fiel aos fatos, algo perigoso para quem se propõe a um cargo de gestão da universidade:

O que foi dito pela Profa. Esther Lemos
O que foi escrito pelo prof. Edson Marques
01
Defesa da universidade pública, gratuita, laica, presencial, de qualidade e socialmente referenciada.
Defesa clara e explicita da universidade, pública, laica, presencial, de qualidade e socialmente relevante;

02
Experiência no campo da administração da universidade em gestões democraticamente eleitas
Não estar ligado a grupos que não foram eleitos democraticamente na UNIOESTE;

03
Vinculação orgânica no Campus no sentido de criar unidade política na direção da democratização da universidade
Ter uma vinculação orgânica com o campus, [apoiar o candidato que o campus estará indicado junto com a direção do campus]

04
Inserção na construção de uma gestão que una a partir das experiências anteriores de gestão
Construção unidade de gestão [visão ideológica e paradigmática, no caso marxista]

05
Defesa da Pós-Graduação Lato Sensu gratuita e do mestrado acadêmico.
Defesa da Pós-Graduação gratuita;

06
Investimento anterior no coletivo à partir da experiência prática
Ter um coletivo prático [que em outros cargos tenha se posicionado com a visão de universidade pública, gratuita...]
07
Visão do locus específico do cargo de Direção do Centro e seu papel na instituição como Conselheiro nato do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão – CEPE, definindo as Resoluções referentes às atividades fins da universidade.
Visão do cargo como sendo mais do que técnico, mais político, pois estará no CEPE, entre outros espaços é deve refletir a vontade do grupo de apoio.


A “dedução” do professor apresentada na “Carta aberta aos docentes e discentes do Centro de Ciências Sociais Aplicadas de Toledo – eleição para Direção de Centro – 2011”, na qual expõe o que entende ser a “razão de minha [sua] não indicação”, foi absolutamente pessoal. Desta forma, o relato apresentado pelo docente neste documento foi tendencioso, revelando sua intencionalidade em justificar sua opção individual em detrimento do diálogo democrático estabelecido na área de Serviço Social.
O ambiente no qual a reunião relatada se realizou foi de absoluto respeito e maturidade, tanto no trato pessoal quanto no trato com os interesses coletivos postos em questão, permitindo a manifestação de todos os presentes. Além dos aspectos apresentados por mim, professores e estudantes expuseram outros argumentos que contribuíram para o posicionamento dos demais 15 participantes. O resultado do diálogo, tanto da parte dos docentes quanto dos discentes foi o apoio unânime ao nome da profa. Vera Lúcia Martins ao cargo de Direção do CCSA, representando a área de Serviço Social.
Posteriormente, não acatando a manifestação da área de Serviço Social da qual pertence, porém não representa, o prof. Edson Marques Oliveira registrou sua candidatura inicialmente não homologada pela Comissão Eleitoral pela ausência de documentação, sendo homologada pelo Conselho Universitário, juntamente com a de todos os candidatos às Direções de Centro da Unioeste, no dia 05 de outubro de 2011. A decisão do COU teve apoio dos representantes do Campus de Toledo pelo mérito da matéria e não pelo apoio em si da candidatura do prof. Edson Marques como dá a entender em e-mail de “Agradecimento” enviado no dia 06 de outubro.
Destaco que, quando da publicação do Edital da Comissão Eleitoral Central – CEC referente à homologação das candidaturas, ao ver sua candidatura não homologada, imediatamente, o mesmo novamente enviou e-mail, com nota de esclarecimento informando que a não homologação pela Comissão Eleitoral Central da Unioeste “não será impedimento da continuidade de minha luta pelo direito de participar do pleito ao CCSA, sendo assim, já entrei com recurso no COU...”.
Todos os docentes do curso de Serviço Social estão aptos a serem candidatos à Direção do CCSA. Além das atividades de ensino, pesquisa e extensão, a função administrativa também cabe aos docentes no interior da universidade. Os demais docentes não se posicionaram “lutando” por este cargo antes se colocaram respeitando coletivamente o processo. A maturidade das relações estabelecidas no CCSA historicamente teve o apoio da área de Serviço Social revelando o exercício do pluralismo e da democracia interna no contexto da universidade.
Quero destacar que não se trata de negar o “direito de participar do pleito ao CCSA”, porém de que o Prof. Edson Marques Oliveira não é representativo da área de Serviço Social na Unioeste, rompendo individualmente com a unidade política construída com os cursos de Secretariado Executivo e Ciências Econômicas, alegando uma gestão democrática.
Portanto, manifesto o apoio à Profa. Vera Lúcia Martins, no momento representativa das lutas e conquistas democráticas, tanto do curso de Serviço Social quanto do Centro de Ciências Sociais Aplicadas – CCSA na UNIOESTE – Campus de Toledo.

_____________________________________
Dra. Esther Luíza de Souza Lemos
Professora do Curso de Serviço Social
UNIOESTE - Campus de Toledo
Concursada no ano de 1994

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

MANIFESTAÇÃO DO PROF. PERY

Prezada Luciana e colegas,
Depois de ler seu e-mail fui motivado a responder...
Até agora não mandei nenhum email sobre nossa eleição no CCSA (mas estou trabalhando todos os dias nesta eleição, e para os outros 2 níveis), estamos eu, Jandir, Moacir, Rippel, Cris e Lucir aqui em Natal no Congresso da ABER, sendo praticamente certo que levaremos este evento, de cunho nacional, para Toledo em 2013... quando estaremos completando 10 anos de Programa.
Aqui todos (falo por eles com suas respectivas autorizações) votarão na Vera, porque entendem que ela representa tudo o que pensamos. E o que pensamos é o que você, Luciano, fala abaixo.
Estou replicando este email para os discentes do Programa de Mestrado e Doutorado em Desenvolvimento Regional e Agronegócio reforçando tudo que a Profa. Luciana coloca, e mais, como coordenador do Programa o único candidato a me procurar para saber quais são os anseios, os limites que devem ser minimizados e as potencialidades que devem ser maximizadas, FOI A PROFESSOR VERA... Em nenhum momento fui procurado pelo Prof. EDSON para saber o que está acontecendo com o nosso Programa, construído coletivamente pelos que fazem parte de sua história.
Assim, no dia 25, votem VERA!!! Para continuarmos sendo o que somos, e talvez mais do que sonhamos!
Abços
Pery

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

MANIFESTAÇÃO DA PROFESSORA LUCIANA OLIVEIRA

Prezados colegas docentes do CCSA,
 
Boa tarde!
 
Sei que o momento eleitoral que estamos vivendo às vezes pode se tornar cansativo, com tanta propaganda por parte dos diferentes candidatos a vários cargos... No entanto, precisamos valorizar esse momento democrático e preservá-lo, fazendo as melhores escolhas possíveis.
Assim, considerei necessário enviar esse e-mail a vocês apenas para um rápido esclarecimento sobre os dois candidatos do Curso de Serviço Social à Direção do CCSA: o Prof. Edson e a Profa. Vera.
Não sei se todos estão sabendo como foi o processo anterior de escolha dos candidatos, mas respeitando o acordo de alternância de poderes entre os três cursos, a candidatura da Profa. Vera foi discutida entre os docentes do Curso de  Serviço Social e, posteriormente, os do Secretariado Executivo e da Economia, realizando-se uma plataforma conjunta de ações para a gestão 2012/2015.
Por outro lado, a candidatura do Prof. Edson representa somente ele, pois não tem apoio de outros professores de meu curso, sendo uma iniciativa isolada e individual.
Sendo assim, nossa opção pelo nome da Profa. Vera está apoiada na sua experiência administrativa e pedagógica, pois assumiu a Coordenação do Curso de SS por duas vezes, além de ter sido coordenadora de área do CCSA na gestão do Prof. Pery.  Recentemente concluiu o curso de Doutorado em SS na PUC/SP, tem experiência com projetos de extensão, estando capacitada a enfrentar os desafios postos ao cargo de Direção. Se quiserem conhecer melhor a candidata, favor acessar o blog: 

Espero que consigamos ter um processo tranquilo, que culmine no melhor para todos os níveis de nossa universidade... Não esqueçam de levar um documento oficial com foto no dia 25/10.
Obrigada pela atenção!
 
Luciana Vargas Netto Oliveira
Curso de Serviço Social

domingo, 16 de outubro de 2011

"VENDEDORES DE ILUSÕES"

O tom usual de quem vende ilusões é, via de regra, apelativo e, em tempos de eleições na Universidade, não tem sido diferente para um ou outro candidato. Não é esse o meu perfil porque não me baseio em ilusões e não mascaro a realidade. Nesse sentido algumas coisas precisam ser ditas.
O acordo político do rodízio à direção do CCSA. As críticas que tem sido feitas pelo candidato oponente mostram, ao que parece, que ele não conhece o Centro ao qual pertence. Quem desconhece o seu próprio Centro, e a unidade que defende, é provável que daqui a quatro anos esteja novamente e "democraticamente” insistindo no equívoco. Não se trata de “acordos políticos”, com tom pejorativo, como pretende fazer crer o oponente, mas uma forma democrática encontrada, que garante o envolvimento dos três cursos, evitando assim disputas acirradas, desgastantes uma vez todos estão imbuídos de um único desejo: o crescimento e o desenvolvimento do Centro. O entendimento havido envolve também respeitar a manifestação do colegiado em relação ao candidato que considera mais indicado para ocupar a direção do Centro. Não se trata de uma imposição, mas de uma concordância em torno do que seja mais produtivo e propositivo para o CCSA.
Apresentação de propostas no dia do debate. Ora, todos sabem que em dez minutos não é possível apresentar e justificar as propostas colocadas para a direção do Centro. Nesse sentido, didática e pedagogicamente, informei aos presentes que estaria dividindo a minha fala em três momentos: no primeiro expliquei porque estava me colocando como candidata. Fiz isto porque quis deixar claro que, caso não tivesse sido indicada, jamais estaria me colocando à Direção do CCSA uma vez que a minha trajetória na universidade se baseia em respeitar as decisões da maioria. Isso é democracia. No segundo momento da minha fala quis dar-me a conhecer aos presentes até para explicitar o que estava sendo dito pelos corredores da Universidade, qual seja: que eu não tenho uma trajetória na Universidade. Nesse sentido, mostrei que, dos onze anos que tenho de Universidade, fui eleita e reeleita para o COU e, da mesma forma, para a coordenação do colegiado de curso, ao contrário do meu oponente que, se ocupou (desconheço) algum cargo eleito para a administração básica, intermediária ou superiora, nesta universidade, não fez questão de ressaltá-lo. O terceiro momento, também em respeito aos presentes, expliquei que as propostas divulgadas no “folder” e em seu encarte, confeccionados por mim, seriam esclarecidas por ocasião das perguntas. Em relação a essas propostas é bom que se diga que são exequíveis e que envolvem, não apenas uma gestão administrativa, mas também ações políticas junto às instâncias da Universidade. Não são propostas, como se propõe a fazer o meu oponente, que empurram os professores para uma competição no mercado vendendo projetos de pesquisa e extensão, desviando-os da finalidade para os quais foram contratados para trabalhar.
O Ensino à Distância (EaD). A confusão entre uso de tecnologia e o ensino à distância é grande e, pelo jeito, persistente. Dizer que ensino à distância é igual ou sinônimo de tecnologia ou do emprego da ferramenta da internet é, no mínimo, desconhecimento de causa. A minha defesa é pela ampliação do ensino superior em todos os rincões do Brasil, mas com qualidade. Por que só o rico pode frequentar uma Universidade? Para o pobre trabalhador basta um ensino pobre? Todos nós sabemos que a vida universitária é uma experiência única e rica em suas múltiplas dimensões: ensino, pesquisa, extensão, cultura, lazer, esporte, movimento estudantil, entre outras tantas atividades que os jovens, com sua rica criatividade, podem desenvolver. Por que poucos podem ou têm o direito de participar ativamente da vida acadêmica?
Por fim, é preciso dizer que as propostas apresentadas no meu plano de trabalho são compromissadas com as demandas coletivamente indicadas por professores e discentes do CCSA. O meu compromisso é com a Universidade e o meu perfil de trabalho e gestão é sério tanto o é que o meu oponente fez questão de ressaltar e elogiar as ações que já desenvolvi no CCSA e no meu doutorado. Não “vendo” ilusões... a fantasia, a crença/religiosidade, a solidariedade, o sentimento não podem ser objetos de exploração sob hipótese alguma. Os agentes do Estado não têm o direito de explorar, de forma apelativa, a subjetividade do indivíduo.